{"id":176,"date":"2026-10-17T16:01:03","date_gmt":"2026-10-17T19:01:03","guid":{"rendered":"https:\/\/www.intermedcorretoradeseguros.com.br\/blog\/quantas-vidas-sao-necessarias-para-contratar-plano-de-saude-empresarial\/"},"modified":"2026-10-17T16:01:05","modified_gmt":"2026-10-17T19:01:05","slug":"quantas-vidas-sao-necessarias-para-contratar-plano-de-saude-empresarial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.intermedcorretoradeseguros.com.br\/blog\/quantas-vidas-sao-necessarias-para-contratar-plano-de-saude-empresarial\/","title":{"rendered":"Quantas vidas s\u00e3o necess\u00e1rias para contratar plano de sa\u00fade empresarial?"},"content":{"rendered":"<p>Quem tem uma empresa pequena e est\u00e1 tentando contratar um plano de sa\u00fade costuma esbarrar na mesma d\u00favida: afinal, <strong>quantas vidas para plano de sa\u00fade empresarial<\/strong> s\u00e3o exigidas? A resposta raramente \u00e9 \u00fanica, e a diferen\u00e7a entre uma proposta aceita e uma recusada costuma estar em detalhes que ningu\u00e9m explica antes. Este texto re\u00fane o que muda conforme o porte do grupo, como MEI e microempresas entram nessa conta e o que observar antes de pedir cota\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2>O que \u00e9 plano de sa\u00fade empresarial e como ele se diferencia do individual<\/h2>\n<p>Plano de sa\u00fade empresarial, tamb\u00e9m chamado de coletivo empresarial, \u00e9 a modalidade contratada por um CNPJ \u2014 n\u00e3o por uma pessoa f\u00edsica \u2014 para oferecer assist\u00eancia m\u00e9dica a funcion\u00e1rios, s\u00f3cios e, conforme a ap\u00f3lice, seus dependentes. O contrato \u00e9 firmado entre a empresa e a operadora, e o v\u00ednculo do benefici\u00e1rio com o plano existe enquanto durar o v\u00ednculo empregat\u00edcio ou societ\u00e1rio. Isso muda a l\u00f3gica de precifica\u00e7\u00e3o, as regras de inclus\u00e3o e a forma como a car\u00eancia \u00e9 aplicada em compara\u00e7\u00e3o com o plano individual ou familiar.<\/p>\n<p>A diferen\u00e7a pr\u00e1tica mais relevante est\u00e1 na contrata\u00e7\u00e3o: no plano individual, qualquer pessoa f\u00edsica pode contratar diretamente com a operadora, respeitando as regras de aceita\u00e7\u00e3o e os prazos de car\u00eancia previstos em contrato. No empresarial, quem assina \u00e9 a empresa, e a operadora avalia o grupo como um todo. Por isso, o n\u00famero de vidas \u00e9 um crit\u00e9rio central \u2014 ele define se a operadora aceita o contrato, em qual formato e com quais condi\u00e7\u00f5es de reajuste e fidelidade. Outra distin\u00e7\u00e3o importante: planos empresariais com menos de 30 vidas seguem regras espec\u00edficas da Ag\u00eancia Nacional de Sa\u00fade Suplementar (ANS) para reajuste, o que n\u00e3o se aplica da mesma forma a planos individuais.<\/p>\n<p>H\u00e1 ainda uma diferen\u00e7a de flexibilidade. No empresarial, a empresa pode, dependendo do contrato, incluir novos funcion\u00e1rios fora dos per\u00edodos de car\u00eancia quando h\u00e1 movimenta\u00e7\u00e3o de pessoal, algo que n\u00e3o existe no individual. Mas essa flexibilidade tem contrapartidas: o contrato coletivo pode prever coparticipa\u00e7\u00e3o, rede credenciada pr\u00f3pria e regras de rescis\u00e3o que precisam ser lidas com aten\u00e7\u00e3o antes da assinatura.<\/p>\n<h2>Quantas vidas s\u00e3o necess\u00e1rias para contratar um plano empresarial<\/h2>\n<p>N\u00e3o existe um n\u00famero \u00fanico fixado em lei. Cada operadora define sua pol\u00edtica de aceita\u00e7\u00e3o, e a pr\u00e1tica de mercado varia conforme o porte da operadora, a regi\u00e3o e o tipo de rede credenciada oferecida. O que existe \u00e9 uma refer\u00eancia comum: muitas operadoras trabalham com contratos empresariais a partir de 2 ou 3 vidas, enquanto outras exigem 5, 10 ou at\u00e9 30 vidas para liberar determinados produtos ou tabelas de pre\u00e7o. A regra que interessa a quem est\u00e1 decidindo \u00e9 simples: quanto menor o grupo, maior a varia\u00e7\u00e3o de exig\u00eancias entre operadoras \u2014 e \u00e9 exatamente a\u00ed que uma corretora multimarcas consegue comparar op\u00e7\u00f5es em vez de insistir numa \u00fanica pol\u00edtica de aceita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Para micro e pequenas empresas, a boa not\u00edcia \u00e9 que o mercado brasileiro tem oferta consolidada para grupos pequenos. Operadoras como Amil, SulAm\u00e9rica, NotreDame Interm\u00e9dica, Bradesco e Porto Seguro \u2014 todas parceiras da Intermed \u2014 possuem linhas espec\u00edficas para PME, com regras de entrada que costumam variar entre 2 e 5 vidas. Vale refor\u00e7ar: o n\u00famero m\u00ednimo informado por uma operadora n\u00e3o \u00e9 garantia de aceita\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica; a proposta passa por an\u00e1lise cadastral e, em alguns casos, por declara\u00e7\u00e3o de sa\u00fade dos benefici\u00e1rios.<\/p>\n<h3>Planos a partir de 1 vida: o que muda na pr\u00e1tica<\/h3>\n<p>Quando se fala em plano empresarial a partir de 1 vida, na pr\u00e1tica se fala de duas situa\u00e7\u00f5es distintas. A primeira \u00e9 o MEI com empregado ou o empres\u00e1rio individual que contrata para si e, eventualmente, para dependentes. A segunda \u00e9 o produto coletivo por ades\u00e3o, que n\u00e3o se confunde com o empresarial: no por ades\u00e3o, o v\u00ednculo \u00e9 com uma entidade de classe ou sindicato, e n\u00e3o com um CNPJ empregador. A ANS trata essas duas modalidades de forma separada, e confundi-las pode levar a contrata\u00e7\u00e3o inadequada.<\/p>\n<p>O que muda na pr\u00e1tica para contratos de 1 ou 2 vidas \u00e9 o rigor da an\u00e1lise. Operadoras tendem a pedir mais documentos, como contrato social, comprovante de atividade e at\u00e9 faturamento, para verificar se a empresa est\u00e1 ativa e se o v\u00ednculo dos benefici\u00e1rios \u00e9 leg\u00edtimo. Isso acontece porque contratos empresariais com pouqu\u00edssimas vidas s\u00e3o o principal alvo do chamado falso coletivo \u2014 pr\u00e1tica em que pessoas f\u00edsicas usam um CNPJ de fachada apenas para acessar condi\u00e7\u00f5es de plano coletivo. A consequ\u00eancia \u00e9 que, nesses grupos pequenos, a operadora pode limitar a rede, aplicar tabela diferente ou simplesmente recusar a proposta.<\/p>\n<h3>Faixas de vidas e o que cada uma permite contratar<\/h3>\n<p>As faixas de vidas funcionam como degraus de negocia\u00e7\u00e3o. Entender cada uma ajuda a calibrar a expectativa antes de pedir cota\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>1 a 4 vidas:<\/strong> aceita\u00e7\u00e3o restrita; poucas operadoras com produto dedicado; an\u00e1lise documental mais rigorosa; risco de enquadramento como falso coletivo se n\u00e3o houver v\u00ednculo real.<\/li>\n<li><strong>5 a 29 vidas:<\/strong> faixa cl\u00e1ssica de PME; boa oferta de operadoras; reajuste definido pela ANS para contratos com menos de 30 benefici\u00e1rios; coparticipa\u00e7\u00e3o costuma ser op\u00e7\u00e3o padr\u00e3o para reduzir custo.<\/li>\n<li><strong>30 a 99 vidas:<\/strong> contrato sai da regra especial de reajuste da ANS; maior poder de negocia\u00e7\u00e3o de rede e car\u00eancia; inclus\u00e3o de dependentes com mais flexibilidade.<\/li>\n<li><strong>100 vidas ou mais:<\/strong> negocia\u00e7\u00e3o corporativa; possibilidade de rede sob medida, prazos de car\u00eancia reduzidos ou isentos e gest\u00e3o dedicada pela operadora.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Essas faixas n\u00e3o s\u00e3o oficiais nem uniformes \u2014 s\u00e3o uma leitura de mercado que varia entre operadoras. O ponto que permanece: a partir de 30 vidas o contrato muda de patamar regulat\u00f3rio, e abaixo disso a empresa fica sujeita a regras de reajuste mais protetivas, mas tamb\u00e9m a uma an\u00e1lise de risco mais conservadora por parte da seguradora.<\/p>\n<h2>Quem pode contratar: CNPJ, MEI e microempresas<\/h2>\n<p>Qualquer pessoa jur\u00eddica ativa pode, em tese, contratar um plano empresarial. Isso inclui sociedade limitada, empresa individual, MEI, associa\u00e7\u00e3o e at\u00e9 profissional liberal com CNPJ. O que muda \u00e9 a comprova\u00e7\u00e3o: a operadora vai pedir documentos que demonstrem que a empresa existe de fato, que tem atividade econ\u00f4mica e que os benefici\u00e1rios listados possuem v\u00ednculo real com ela. Contrato social, cart\u00e3o CNPJ, guia de recolhimento de impostos e folha de pagamento s\u00e3o os documentos mais comuns nessa etapa.<\/p>\n<p>Para microempresas sem empregados registrados, a inclus\u00e3o de s\u00f3cios como benefici\u00e1rios \u00e9 permitida, desde que o v\u00ednculo societ\u00e1rio esteja comprovado no contrato social. O mesmo vale para o c\u00f4njuge e filhos dos s\u00f3cios, que entram como dependentes.<\/p>\n<h3>MEI pode ter plano de sa\u00fade empresarial?<\/h3>\n<p>Sim, o MEI pode contratar plano empresarial, mas com ressalvas importantes. Como o MEI n\u00e3o tem empregados na maioria dos casos, o contrato acaba sendo de 1 vida \u00fatil \u2014 o pr\u00f3prio titular \u2014 acrescida de dependentes. Nem toda operadora aceita esse arranjo, e as que aceitam costumam aplicar tabela espec\u00edfica ou exigir comprova\u00e7\u00e3o de atividade, como declara\u00e7\u00e3o anual do MEI e notas fiscais emitidas. O tema tem detalhes pr\u00f3prios de aceita\u00e7\u00e3o e documenta\u00e7\u00e3o; para entender as regras completas, vale ler o artigo sobre <a href=\"https:\/\/www.intermedcorretoradeseguros.com.br\/blog\/mei-pode-ter-plano-de-saude-empresarial\/\">plano de sa\u00fade empresarial<\/a>, que destrincha cada exig\u00eancia.<\/p>\n<p>O ponto central \u00e9 que o MEI n\u00e3o se enquadra automaticamente em qualquer produto PME. Muitas operadoras criam regras espec\u00edficas para esse perfil, e a compara\u00e7\u00e3o entre propostas \u2014 papel que uma corretora independente faz ao consultar 14 seguradoras parceiras \u2014 \u00e9 o que evita frustra\u00e7\u00e3o com negativa ou com condi\u00e7\u00e3o desfavor\u00e1vel logo na primeira tentativa.<\/p>\n<h3>Empresa \u00e9 obrigada a oferecer plano de sa\u00fade aos funcion\u00e1rios?<\/h3>\n<p>N\u00e3o. A legisla\u00e7\u00e3o trabalhista brasileira n\u00e3o obriga nenhuma empresa, de qualquer porte, a oferecer plano de sa\u00fade aos empregados. O benef\u00edcio \u00e9 facultativo e, quando concedido, passa a integrar as condi\u00e7\u00f5es do contrato de trabalho conforme o que for pactuado \u2014 o que inclui regras de coparticipa\u00e7\u00e3o, desconto em folha e manuten\u00e7\u00e3o do benef\u00edcio em caso de afastamento. A \u00fanica obriga\u00e7\u00e3o que surge \u00e9 a de cumprir o que foi prometido: se a empresa institui o benef\u00edcio, n\u00e3o pode retir\u00e1-lo unilateralmente de quem j\u00e1 o possui sem observar as regras do pr\u00f3prio contrato e da negocia\u00e7\u00e3o coletiva eventualmente aplic\u00e1vel.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m n\u00e3o h\u00e1 obriga\u00e7\u00e3o de estender o benef\u00edcio a todos os funcion\u00e1rios. A empresa pode, dependendo da pol\u00edtica da operadora, oferecer plano apenas a um grupo espec\u00edfico \u2014 por exemplo, cargos de gest\u00e3o \u2014 desde que o crit\u00e9rio seja objetivo e n\u00e3o discriminat\u00f3rio.<\/p>\n<h2>Como funcionam os dependentes e o que conta como vida no contrato<\/h2>\n<p>A contagem de vidas \u00e9 um dos pontos que mais gera d\u00favida na contrata\u00e7\u00e3o. Em regra, o que conta como &#8220;vida&#8221; para a operadora \u00e9 o benefici\u00e1rio titular \u2014 funcion\u00e1rio ou s\u00f3cio com v\u00ednculo direto com o CNPJ. Dependentes (c\u00f4njuge, filhos, enteados) entram no contrato. Ou seja: uma empresa com 2 s\u00f3cios e 4 dependentes pode ter 6 pessoas cobertas, mas apenas 2 vidas para fins de aceita\u00e7\u00e3o do contrato. Essa distin\u00e7\u00e3o \u00e9 decisiva para quem est\u00e1 tentando contratar com o m\u00ednimo de vidas.<\/p>\n<p>Antes de montar a lista de benefici\u00e1rios, vale confirmar com a corretora exatamente quem a operadora considera titular, dependente e agregado, porque isso muda a viabilidade da proposta e o custo final.<\/p>\n<h3>Funcion\u00e1rios, s\u00f3cios, dependentes e agregados: quem entra na contagem<\/h3>\n<ul>\n<li><strong>Titular:<\/strong> funcion\u00e1rio com v\u00ednculo empregat\u00edcio ou s\u00f3cio com v\u00ednculo societ\u00e1rio comprovado; \u00e9 quem conta como vida para o m\u00ednimo do contrato.<\/li>\n<li><strong>Dependente:<\/strong> c\u00f4njuge, companheiro(a) e filhos (incluindo enteados e adotivos) at\u00e9 o limite de idade definido na ap\u00f3lice.<\/li>\n<li><strong>Estagi\u00e1rio e menor aprendiz:<\/strong> podem ser inclu\u00eddos se a empresa optar, mas a operadora pode exigir v\u00ednculo formal e ades\u00e3o m\u00ednima do grupo.<\/li>\n<\/ul>\n<p>A leitura correta dessa composi\u00e7\u00e3o evita dois erros comuns: achar que dependentes ajudam a bater o n\u00famero m\u00ednimo de vidas e esquecer de declarar o v\u00ednculo real de cada benefici\u00e1rio (o que pode gerar recusa ou cancelamento por inconsist\u00eancia cadastral). A an\u00e1lise da operadora cruza os nomes da proposta com os documentos da empresa, e diverg\u00eancia nessa etapa costuma travar a contrata\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2>Plano empresarial com poucas vidas e a quest\u00e3o do falso coletivo<\/h2>\n<p>Falso coletivo \u00e9 a contrata\u00e7\u00e3o de um plano empresarial por um CNPJ criado ou utilizado apenas para dar apar\u00eancia de v\u00ednculo a pessoas que, na pr\u00e1tica, n\u00e3o t\u00eam rela\u00e7\u00e3o empregat\u00edcia ou societ\u00e1ria real. A pr\u00e1tica \u00e9 considerada irregular pela ANS e pelas operadoras porque desvirtua a natureza do contrato coletivo: em vez de um grupo com risco dilu\u00eddo, forma-se um agrupamento artificial de indiv\u00edduos que buscam apenas as condi\u00e7\u00f5es do coletivo \u2014 em geral, mensalidade menor e regras de reajuste diferentes das do plano individual.<\/p>\n<p>As consequ\u00eancias s\u00e3o s\u00e9rias. A operadora pode negar a proposta na an\u00e1lise cadastral, e o benefici\u00e1rio pode perder a cobertura no momento em que mais precisa. Para empresas leg\u00edtimas de 2 a 5 vidas, a recomenda\u00e7\u00e3o \u00e9 manter documenta\u00e7\u00e3o societ\u00e1ria e trabalhista impec\u00e1vel e transpar\u00eancia total na proposta \u2014 a diferen\u00e7a entre um contrato pequeno leg\u00edtimo e um falso coletivo est\u00e1 na consist\u00eancia do v\u00ednculo, n\u00e3o no n\u00famero em si.<\/p>\n<h3>Reajuste, cl\u00e1usula de fidelidade e regras da ANS para contratos pequenos<\/h3>\n<p>Cl\u00e1usula de fidelidade, quando prevista, costuma ser de 12 meses e impede a rescis\u00e3o sem multa antes desse prazo. Em contratos pequenos, a fidelidade \u00e9 mais comum porque a operadora precisa diluir o custo de entrada do grupo. Vale ler com aten\u00e7\u00e3o o que a cl\u00e1usula prev\u00ea para inclus\u00e3o e exclus\u00e3o de vidas durante a vig\u00eancia: em grupos de 2 a 5 vidas, a sa\u00edda de um \u00fanico titular pode derrubar o contrato para abaixo do m\u00ednimo e for\u00e7ar renegocia\u00e7\u00e3o ou cancelamento.<\/p>\n<h2>Coparticipa\u00e7\u00e3o ou plano integral: qual escolher com poucas vidas<\/h2>\n<p>Coparticipa\u00e7\u00e3o \u00e9 o modelo em que o benefici\u00e1rio paga um valor fixo ou percentual a cada utiliza\u00e7\u00e3o \u2014 consulta, exame, pronto-socorro \u2014 al\u00e9m da mensalidade. Plano integral, por outro lado, n\u00e3o tem cobran\u00e7a por uso: a mensalidade cobre os procedimentos previstos na rede credenciada, sem desembolso adicional no atendimento. Para grupos pequenos, a coparticipa\u00e7\u00e3o costuma ser a forma mais vi\u00e1vel de acessar uma rede melhor com mensalidade menor, porque parte do custo \u00e9 transferida para o momento do uso.<\/p>\n<p>A escolha depende do perfil do grupo. Se os benefici\u00e1rios usam pouco o plano, a coparticipa\u00e7\u00e3o tende a compensar; se h\u00e1 uso frequente, o valor pago por utiliza\u00e7\u00e3o pode anular a economia da mensalidade. N\u00e3o existe resposta universal, e a decis\u00e3o precisa considerar o hist\u00f3rico de uso do grupo e a rede oferecida em cada formato. O que n\u00e3o se deve fazer \u00e9 escolher coparticipa\u00e7\u00e3o apenas pelo menor pre\u00e7o da mensalidade sem projetar o custo de uso real.<\/p>\n<h2>O que define o custo de um plano empresarial com poucas vidas<\/h2>\n<p>O custo de um plano empresarial pequeno \u00e9 definido por um conjunto de fatores que a operadora combina na hora de precificar a proposta. O primeiro \u00e9 a faixa et\u00e1ria do grupo: grupos com idade m\u00e9dia mais alta pagam mais, porque a sinistralidade esperada \u00e9 maior. O segundo \u00e9 a rede credenciada \u2014 hospitais e laborat\u00f3rios de refer\u00eancia custam mais do que redes enxutas, e isso se reflete diretamente na mensalidade. O terceiro \u00e9 o modelo de contrata\u00e7\u00e3o: com ou sem coparticipa\u00e7\u00e3o, com ou sem obstetr\u00edcia, com acomoda\u00e7\u00e3o em enfermaria ou apartamento.<\/p>\n<p>Outros fatores pesam: a regi\u00e3o de presta\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o, o tipo de produto (regional, nacional ou com reembolso), a ades\u00e3o m\u00ednima do grupo e o hist\u00f3rico de sinistralidade da empresa, quando h\u00e1 contrato anterior. Como cada operadora combina esses fatores de forma diferente, o mesmo grupo pode receber propostas com diferen\u00e7as relevantes de valor e condi\u00e7\u00e3o \u2014 e \u00e9 por isso que a cota\u00e7\u00e3o multimarcas, como a que a Intermed faz ao consultar suas 14 seguradoras parceiras, tende a gerar resultado melhor do que a cota\u00e7\u00e3o direta numa \u00fanica operadora. Para entender o passo a passo de como essa compara\u00e7\u00e3o \u00e9 feita, consulte o guia de <a href=\"https:\/\/www.intermedcorretoradeseguros.com.br\/blog\/como-fazer-cotacao-de-plano-de-saude-empresarial\/\">cota\u00e7\u00e3o de plano<\/a>.<\/p>\n<h2>Como contratar um plano empresarial com o n\u00famero m\u00ednimo de vidas<\/h2>\n<p>Contratar com o m\u00ednimo de vidas exige organiza\u00e7\u00e3o documental e clareza sobre o que cada operadora aceita. O caminho pr\u00e1tico passa por seis etapas:<\/p>\n<ol>\n<li><strong>Levante os documentos do CNPJ:<\/strong> cart\u00e3o CNPJ ativo, contrato social consolidado, comprovante de endere\u00e7o e guias de impostos recentes.<\/li>\n<li><strong>Defina a lista de titulares:<\/strong> quem tem v\u00ednculo empregat\u00edcio ou societ\u00e1rio real e vai contar como vida no contrato.<\/li>\n<li><strong>Liste dependentes e agregados:<\/strong> com data de nascimento e grau de parentesco, para a operadora calcular faixa et\u00e1ria e aceita\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li><strong>Escolha o modelo de contrata\u00e7\u00e3o:<\/strong> coparticipa\u00e7\u00e3o ou integral, rede regional ou nacional, acomoda\u00e7\u00e3o em enfermaria ou apartamento.<\/li>\n<li><strong>Pe\u00e7a cota\u00e7\u00e3o multimarcas:<\/strong> a compara\u00e7\u00e3o entre operadoras \u00e9 o que revela quem aceita o grupo pequeno e em quais condi\u00e7\u00f5es.<\/li>\n<li><strong>Analise a proposta completa:<\/strong> car\u00eancia, reajuste, fidelidade, rede e regras de inclus\u00e3o antes de assinar.<\/li>\n<\/ol>\n<p>O erro mais comum nessa jornada \u00e9 come\u00e7ar pela operadora em vez de come\u00e7ar pelo perfil do grupo. Quem define a viabilidade n\u00e3o \u00e9 a marca da seguradora, \u00e9 a combina\u00e7\u00e3o entre n\u00famero de vidas, idade dos benefici\u00e1rios, regi\u00e3o e modelo de contrata\u00e7\u00e3o. Uma corretora independente que trabalha com 14 operadoras consegue testar essa combina\u00e7\u00e3o em v\u00e1rias frentes ao mesmo tempo \u2014 e devolver ao cliente apenas as propostas que realmente se encaixam no grupo, sem empurrar produto \u00fanico. Para quem est\u00e1 come\u00e7ando do zero, o passo inicial \u00e9 entender <a href=\"https:\/\/www.intermedcorretoradeseguros.com.br\/blog\/como-contratar-plano-de-saude-para-cnpj\/\">plano de sa\u00fade para CNPJ<\/a> e, a partir da\u00ed, partir para a cota\u00e7\u00e3o comparativa com os documentos em m\u00e3os.<\/p>\n<h2>Precisa de ajuda com isso?<\/h2>\n<p>Este conte\u00fado \u00e9 publicado por <strong>Intermed Corretora de Seguros<\/strong>.<\/p>\n<p>Para falar com a equipe: <a href=\"tel:+551133887606\">(11) 3388-7606<\/a> \u00b7 <a href=\"mailto:fernando@intermedcorretoradeseguros.com.br\">fernando@intermedcorretoradeseguros.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Descubra quantas vidas para plano de sa\u00fade empresarial s\u00e3o exigidas, o que muda para MEI e microempresas e como contratar com poucas vidas.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":175,"comment_status":"closed","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[20],"tags":[],"class_list":["post-176","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-blog"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.intermedcorretoradeseguros.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/176","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.intermedcorretoradeseguros.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.intermedcorretoradeseguros.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.intermedcorretoradeseguros.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.intermedcorretoradeseguros.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=176"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.intermedcorretoradeseguros.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/176\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":177,"href":"https:\/\/www.intermedcorretoradeseguros.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/176\/revisions\/177"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.intermedcorretoradeseguros.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/175"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.intermedcorretoradeseguros.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=176"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.intermedcorretoradeseguros.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=176"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.intermedcorretoradeseguros.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=176"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}